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Estudo traz reflexão sobre direitos da criança e do adolescente

12.07.2012 | Serviço Social

Nesta sexta-feira (13), o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) completa 22 anos. Isso significa que desde 1990 os direitos fundamentais para o pleno desenvolvimento da criança e do adolescente estão assegurados e previstos em lei, como o direito à educação, por exemplo. Mestre em Política Social pela Universidade Católica de Pelotas (UCPel), o cartunista André Macedo abordou, em sua dissertação de conclusão de curso, a mudança do arcaico modelo de ensino das escolas do Brasil para uma metodologia que sirva de chamariz ao jovem, estimulando a vontade pela busca de conhecimento.

O trabalho Bob Esponja e as crianças do PETI – Um estudo de recepção foi redigido recentemente e analisa a percepção do desenho Bob Esponja por públicos distintos, mas da mesma faixa etária, de oito a 12 anos de idade. O primeiro grupo era formado por crianças de uma escola particular de Pelotas. Já o segundo, por um grupo de crianças do Instituto de Menores Dom Antônio Zattera (IMDAZ), que integram o Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI). Os estudantes do PETI são crianças em situação de risco, que, em sua maioria, trabalhavam na rua e que agora frequentam a escola, além de, no turno inverso, participarem de atividades diversas de convivência social.

Por meio de pesquisa, foi possível perceber que, enquanto as crianças da escola particular se identificaram com o personagem sovina e de elevado padrão social, chamado Sr. Sirigueijo, o grupo do Instituto de Menores se identificou com o oprimido, isolado e carrancudo Lula Molusco. Segundo Macedo, o desenho, de certa forma, define os valores sociais, influenciando e reforçando preconceitos e estigmas.

O contraste fica mais evidente quando as crianças são confrontadas em jogos coletivos de perguntas e respostas sobre valores morais. As crianças com padrão de vida elevado demonstraram ter, como principal receio, a perda de dinheiro ou a negação do pedido de um brinquedo, por exemplo. Já as crianças do IMDAZ levaram em consideração fatores como a perda da mãe ou outros familiares como definidores para o abalo da estabilidade emocional. 

Macedo percebeu, ainda, que as crianças do Instituto de Menores se mostraram mais críticas à sociedade e com sentimento de exclusão social. Fator contrário ao grupo da escola privada que se vê, por vezes, de forma inconsciente, beneficiada pelo poder dominante. A própria realidade diária vivenciada pelas crianças é representada e refletida por personagens fictícios.

Para o cartunista, é fundamental uma mudança de mentalidade no sistema de ensino, no sentido de criar um modelo que estimule a convivência entre as diferenças e diminua a sensação de exclusão e marginalidade dos menos favorecidos. Segundo ele, a partir dessa análise crítica, entra o papel dos meios socializadores (família, escola, igreja etc) em incorporar na criança valores positivos que contribuam com sua inserção na sociedade. “A escola deve proporcionar um ambiente de criação livre para não mais ser encarada como um dever e, sim, como um direito”, comentou. “O prazer não pode virar tarefa. Devemos trabalhar para criar uma escola espontânea e natural, que estimule a cooperação e a convivência mútua entre pessoas diferentes. É necessário trabalhar nos fatores que geram a exclusão e a violência. A escola deve atrair o jovem com uma estrutura de ensino de qualidade. Não basta impedir o trabalho infantil e mantê-las aprisionadas em um ambiente limitado e sem grandes perspectivas”.

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