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UCPel, Ministério Público e Prefeitura celebram convênio para estudo no Arroio Pelotas

29.04.2014 | Ecologia | Institucional | Ciências Biológicas

Um convênio firmado entre a Universidade Católica de Pelotas (UCPel), Ministério Público e Secretaria Municipal de Qualidade Ambiental irá viabilizar um estudo que mostrará a interferência humana no Arroio Pelotas. Professores e acadêmicos de Ciências Biológicas e Ecologia farão o diagnóstico de todas as margens a fim de avaliar quais as influências que já ocorreram e condições de proteção - em especial de prevenção ligadas ao avanço de empreendimentos imobiliários no local.

O convênio foi assinado na manhã desta terça-feira (29) na presença do reitor da UCPel, José Carlos Bachettini Júnior, do promotor Paulo Charqueiro, do secretário de Qualidade Ambiental Neiff Satte Alam, do assessor da Prefeitura, Sadi Sapper, e do coordenador do Escritório de Perícias Técnicas Ambientais (EPTA) da UCPel, professor Maximiano Cirne.

De acordo com o professor, o início das atividades deve ser imediato e terá, como primeiro passo, um levantamento aéreo fotogramétrico - que, por meio de imagens, permitirá aos pesquisadores identificarem quais os pontos mais alterados por ação humana.

A partir daí, por terra ou por água, o grupo irá aos locais para um levantamento aprofundado de flora, fauna e corpos hídricos existentes. "Em muitos casos, o proprietário constrói seu imóvel e retira a vegetação para ter uma vista melhor do Arroio. Isso é prejudicial", adianta.

A etapa seguinte do estudo irá estabelecer parâmetros para propor medidas de recuperação e preservação para orientar Prefeitura e Ministério Público.

A pesquisa deve durar em torno de um ano e abrangerá, especificamente, o baixo curso do Arroio Pelotas, na área que vai da Ponte do Cascalho - próximo à Colônia de Pescadores Z-3 - até a desembocadura no Canal São Gonçalo.

Durante a assinatura do convênio, o promotor destacou a atuação da Universidade nesta área, que já vem trabalhando em parceria com o MP, fornecendo perícias e pareceres técnicos. "Esse trabalho é fundamental para o Ministério Público, o Poder Judiciário e toda a comunidade. O Arroio Pelotas tem fragilidade especialmente pela ocupação de suas margens. Procuramos contar com os serviços do EPTA, que consideramos indispensáveis", diz.

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